Econotícias Online

Data: 22.01.2016

Chuva de minério 'assombrou' juiz federal que mandou interditar operações em Tubarão

 
"Uma assustadora filmagem". Foi assim que resumiu o juiz federal Marcus Vinícius Figueiredo de Oliveira Costa ao ver as imagens feitas pela Polícia Federal do lançamento no mar de grandes quantidades de minério de ferro e carvão, além da poeira no ar da Grande Vitória. Na decisão do final da tarde dessa quarta-feira (20), o togado destacou que a poluição causada pela Vale e ArcelorMittal Tubarão (antiga CST), que tiveram as operações interditadas na manhã desta quinta-feira (21), “não se trata de um episódio isolado, mas sim de uma conjuntura consolidada”.
 
O juiz federal acusou ainda as empresas de protelarem medidas para acabar com o pó preto, além de “preterir o direito da população à saúde e ao meio ambiente” em detrimento de interesses econômicos. Marcus Vinícius citou o estudo sobre doenças provocadas pela poluição atmosférica na Grande Vitória para associar as operações das poluidoras às doenças provocadas nos moradores da região.
 
A decisão cumprida por equipes da Polícia Federal foi avaliada como “ousada, mas técnica” pelo delegado Décio Ferreira, que é responsável pela investigação de crimes ambientais. Em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (21), ele afirmou que a medida foi baseada em elementos levantados desde 2012.
 
As investigações revelaram que, além da poluição causada pela atividade de pelotização do minério de ferro, o transporte do carvão mineral – usada na aciaria das indústrias – também provocado 
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Tags Poluição

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