Econotícias Online

Data: 06.05.2014

Mais Países dizem NÃO aos Transgênicos

Segundo informe publicado pelos ‘Amigos da Terra Internacional’, o número de países que cultivam transgênicos está reduzindo. México, Quênia, Polônia e Egito foram os mais recentes a suspender a produção de alimentos geneticamente modificados. 
 
O texto ‘Quem se beneficia com os cultivos transgênicos?’ revela que 90 por cento dos cultivos geneticamente modificados são produzidos por somente seis países que juntos respondem a um por cento dos agricultores do mundo.
 
Estados Unidos, Argentina e Brasil são os maiores produtores de transgênicos do mundo e são testemunhas de uma tendência ao uso crescente de agrotóxicos sintéticos.
 
49% dos agricultores norte-americanos denunciam problemas que sofrem com ‘ervas
 
daninhas’ resistentes aos herbicidas.
 
Na Argentina estabeleceu-se vínculos entre os altos níveis de agrotóxicos em zonas de cultivos transgênicos e uma maior incidência de casos de câncer e defeitos congênitos. Médicos e investigadores exigem que estudos mais rigorosos sejam realizados sobre os efeitos da agricultura transgênica na saúde.
 
Uma análise das cifras publicadas pela indústria mostra que o suposto aumento da produção de alimentos transgênicos em 2013 limita-se a esses seis países.
 
Os 90% de cultivos transgênicos disponíveis no mercado foram modificados para expressar resistência a pragas e ou para produzir seus próprios ‘anticorpos’, o que resulta em um aumento desmedido do uso de agrotóxicos.
 
“Os transgênicos não podem fazer parte da solução para a crise da fome do século XXI. As empresas que produzem cultivos transgênicos lucram com as aplicações de agrotóxicos e através do preço das sementes que controlam. Apesar de todo o respaldo publicitário, os transgênicos estão baseados em um modelo agrícola contaminante [tanto para o alimento, quanto para o solo e o lençol freático], desatualizado e excessivo uso de agrotóxicos”, disse Kirtana Chandrasekaran, coordenadora do programa de Soberania Alimentaria.
 
Segundo ela, “a solução da crise da fome está na agroecologia de alto rendimento, justo o tipo de agricultura que se vê ameaçada pelos transgênicos”. 
 
Mesmo com toda a manipulação de consumo dessas empresas, a coordenadora revela uma notícia boa: “A resistência do público contra os alimentos transgênicos está aumentando em todos os continentes”!  
 
Henny Freitas Foto: Ecoportal.net

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