Crise de Água em SP

São Paulo enfrenta a pior crise hídrica  de sua história,  já apontada nos primeiros debates do Comitês de Bacia Hidrográfica do Alto Tietê.   Governos  não demonstram  um posicionamento  claro com relação ao problema, enquanto, comitês de bacias,  Sabesp, gestores estaduais, a ANA- Agência Nacional da Água,  discutem encaminhamentos da questão  a população é atingida  diretamente com a crise.

 

A falta de clareza nas informações  agrava a situação,  as dúvidas são diversas:  sobre os  níveis dos reservatórios,  o monitoramento da qualidade de água,   planos de contingência,  as obras emergências,  a previsibilidade da crise,  a falta de medidas preventivas, a relação da água  na crise de energia, os contratos das grandes empresas, os impactos negativos às comunidades tradicionais, a garantia de não interrupção dos serviços públicos essenciais, o acolhimento de populações vulneráveis, a existência de rodízio às ocultas, racionamento implícito, aredução da pressão nas regiões mais carentes, a adoção das sobretaxas.  A falta de investimento em educação ambiental como instrumento de articulação para mudança de hábito e participação  na gestão das águas. 

 

Alguns  movimentos como a Aliança pela Água, a Rede Nossa São Paulo, ONGs como o Movieco com acentos nos  comitês de bacias se articulam na sociedade para uma ação mais direta e mobilizadora sobre a crise. Já  a população  em geral tem um envolvimento mais modesto dependente  da demanda da falta de acesso da água do momento. As companhias sob uma perspectiva de  lucro estão no centro das decisões sobre a água,  um precioso recurso natural  de direito  humano  universal ameaçado pela falta de  ética com a natureza.   

 

 

 

 

 

Autoria Movieco


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